sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Angiogênese



Maneira criativa de estudar
relacionando assuntos com algo do cotidiano.
Este foi mais um Pathoscópio, do qual participei e que é coordenado pelo Profº Flávio
na Faculdade Leão Sampaio.

Obrigada!!



Obrigada por todas as visitas nacionais e internacionais durante este ano!
Que em 2011, o número de visitas possam dobrar!

Continuem acessando o NOSSO blog e sejam sempre bem vindos!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Estudo britânico descobre forma de 'reparo' da esclerose múltipla


Os estudos, publicados na revista "Nature Neuroscience", foram realizados em ratos nas Universidades de Cambridge e Edimburgo, na Escócia. A pesquisa identificou uma forma de ajudar as células-tronco no cérebro a reparar a camada de mielina, necessária para proteger as fibras nervosas.
A esclerose múltipla é uma doença neurológica crônica que destrói a mielina, uma camada que isola as fibras do sistema nervoso central, causando sintomas como visão embaçada, perda de equilíbrio e paralisia.
Nos casos de esclerose múltipla, a perda da camada de mielina, que funciona como uma camada de isolamento, leva ao dano nas fibras nervosas do cérebro. Estas fibras são importantes por enviarem mensagens para outras partes do corpo.
A pesquisa britânica identificou uma forma de estimular as células-tronco do cérebro para que elas regenerem estas fibras. E também mostraram como este mecanismo pode ser explorado para fazer com que as células-tronco do cérebro melhorem sua capacidade de regeneração da mielina.
Com isso, os cientistas esperam poder ajudar a identificar novos medicamentos que estimulem o reparo da mielina nos pacientes que sofrem com a doença.
'Neste estudo identificamos um modo pelo qual as células-tronco do cérebro podem ser estimuladas a fazer este reparo, abrindo a possibilidade de um novo medicamento renegerativo para esta doença devastadora', afirmou o professor Robin Franklin, diretor do Centro para Reparo de Mielina na Universidade de Cambridge.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Kwashiorkor e edema

 
Alguns autores defendem que, quando a ingestão de proteína é muito baixa em relação aos carboidratos, o que pode ser agravado pelas perdas de nitrogênio nas infecções, ocorrem várias alterações metabólicas que podem resultar em edema. Para outros autores, o  Kwashiorkor é uma desadaptação, de origem hormonal, à deficiência de proteínas. Outros, atribuem a formação do edema a mecanismos endógenos relacionados a radicais livres. As mudanças metabólicas mais importantes ocorridas: são uma redução na concentração de proteínas plasmáticas, produzidas pelo fígado - entre elas, a albumina - levando a um padrão alterado de aminoácidos no sangue, com redução do nível de aminoácidos essenciais, mas com valores normais ou até elevados de aminoácidos não-essenciais. Esse mecanismo parece ser a causa principal do edema.
Não há consenso, portanto, sobre a etiologia do edema do Kwashiorkor. As causas do Kwashiorkor são complexas. A criança com Kwashiorkor consome habitualmente uma dieta escassa tanto em energia como em proteínas. As infecções desempenham um importante papel. 

Veja aqui: Principais aspectos da fisiopatologia da desnutrição grave

Utilização de antitranspirantes e o câncer de mama

Antiperspirantes ou antitranspirantes são produtos que inibem ou diminuem a transpiração. A diferença entre desodorante e antitranspirante é que o primeiro serve para remover o odor das axilas, enquanto o segundo é responsável por reduzir a quantidade de suor produzido.

Os antitranspirantes possuem em sua composição sais de alumínio e derivados. Por este motivo, algumas pessoas questionam se estes compostos em contato com o corpo propiciariam o desenvolvimento de câncer de mama. Outra associação refere-se ao fato de que a maior incidência da doença ocorre no quadrante superior da área do peito, local utilizado para aplicação do produto, onde estão localizados os nódulos linfáticos. No entanto, sabe-se que a maior incidência de câncer nesse quadrante é percebida, uma vez que nele se encontra a maior quantidade de tecido mamário, o que aumenta as chances para o desenvolvimento da doença.

Segundo parecer técnico divulgado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), não existe até o momento dados significativos na literatura científica que relacionem os sais de alumínio presentes na fórmula dos antitranspirantes com a incidência de câncer de mama.

Tomando-se como referência o parecer da American Cancer Society sobre este assunto, é possível que alguns anti-perspirantes possam irritar a pele e que não é raro o desenvolvimento de uma infecção chamada hidradenite supurativa, que se inicia na glândula sudorípara na axila ou região inguinal. Esta infecção pode levar à bacteremia (bactérias na corrente sanguínea) e choque se não tratado adequadamente. A depilação com lâmina pode agravar uma infecção axilar.

Entre os inúmeros estudos epidemiológicos que descrevem os fatores de risco associados ao desenvolvimento de câncer de mama este parece ser o primeiro que estabelece que o uso de anti-perspirante aumenta o risco para câncer de mama. Portanto, deve-se considerar que ainda não há estudos suficientes nem conclusivos que comprovem a associação positiva entre a exposição a parabenos e a presença de danos no DNA que poderiam levar ao câncer.


Leia o texto completo em:
http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?ID=23

sábado, 4 de dezembro de 2010

Neoplasias: benigna e maligna


Características Clínicas/anatomopatógicas
NEOPLASIAS BENIGNAS
NEOPLASIAS MALIGNAS
Tipo de Crescimento
Expansivo/compressivo
Infiltrativo/destrutivo
Velocidade de Crescimento
Usualmente lento
Geralmente rápido
Evolução
Pode estacionar ou regredir
Raramente estaciona geralmente progressivo até o êxito letal
Limites
Nítidos, as vezes com cápsula(ou pseudocap.)
Imprecisos e não encapsulados
Ulcerações
Pouco freqüentes
Quase constantes
Metástases
Ausentes
Freqüentes
Recidivas
Quase sempre ausentes
Freqüentes
Anemia/caquexia
Quase sempre ausentes
Freqüentes
Alterações concomitantes
Atrofia compressiva
Infiltração/destruição
Degenerações necroses/hemorragias
Escassas ou ausentes
Muito freqüentes
Função orgânica
Freqüentemente conservada
Geralmente abolida
Implicações clínicas
Por:  Localização     Acidentes  
Disendocrinias
Prognóstico desfavorável se não tratado precocemente

Características histológicas e citológicas
NEOPLASIAS BENIGNAS
NEOPLASIAS MALIGNAS
Estrutura tissular
Típica do tecido de origem
Atipia tissular/perda de polarização e desestruturação celular
Vascularização
Quase normal
Aumentada e ainda assim deficiente
Freqüência  de mitoses
Raras
Numerosas (até 6/campo de maior aumento
Tipo  de mitoses
Normais
Tri ou multipolares, e assimétricas
Celularidade
Normal ou aumentada
Muito aumentada (principalmente - em sarcomas
Tamanho e forma celular
Regular e isomorfa (homeotipia/monotonia celular).
Pleomorfismo (atipia celular).
Citoplasma
Semelhante ao da célula de origem
Escasso, basófilo (>RNA ou abundante e aquoso
Núcleo
Semelhante ao da célula de origem
Atípico, hipercromático discariótico, pleomórfico, com maior qtd de nucléolos
Relação Núcleo/ citoplasma
Semelhante ao do tecido de origem
Aumentada
Discarioses (alterações cromossômicas)
Raras
Freqüência relaciona-se com a intensidade da atipia, e cresce de acordo com a idade da neoplasia (oncócitos são geneticamente instáveis)

Aviso!

Atenção!
Alunos da disciplina de PATOLOGIA do curso ENFERMAGEM,
Haverá monitoria de revisão para AV2 dia 07/12 e para os alunos que irão realizar 
2ª chamada e AVF a revisão ocorrerá no dia 13/12. As aulas ocorrerão a partir das 13h00min. Aguardo a participação de todos.

Monitora: Thamyres Lucas